colecções disponíveis:
1. Lendas de Sintra 2. Sintra Magia e Misticismo 3. História de Sintra 4. O Mistério da Boca do Inferno 5. Escritores e Sintra
6. Sintra nas Memórias de Charles Merveilleux, Séc. XVIII 7. Contos de Sintra 8. Maçonaria em Sintra 9. Palácio da Pena 10. Subterrâneos de Sintra 11. Sintra, Imagem em Movimento


quinta-feira, 16 de março de 2017

João de Sá, o Panasco - Um Cavaleiro Negro no Século XVI (segunda parte)

a segunda parte do artigo
João de Sá, o Panasco
na edição de 10 de Março de 2017
do Jornal de Sintra

    Já se encontra disponível online a segunda parte do meu último artigo no Jornal de Sintra: João de Sá, o Panasco.

    Para ler o artigo (esta é a segunda parte do mesmo) bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

    A primeira parte encontra-se também disponível para consulta online aqui.

    A estranheza do nome desvanecer-se-á quando olhar para trás no tempo e se aperceber que a projecção de esterótipos no passado raramente funciona. Afinal, a vida é toda um improviso e pouco linear, não tendo o passado sido excepção.

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!









sexta-feira, 10 de março de 2017

João de Sá, o Panasco (em duas partes)

João de Sá, o Panasco
edição de 10 de Fevereiro de 2017
do Jornal de Sintra (primeira parte)


    Encontra-se agora disponível online a primeira parte de João de Sá, o Panasco, artigo publicado na edição de 10 de Fevereiro de 2017 no Jornal de Sintra.
   
    Se acha o nome - quer da pessoa, quer do artigo - estranho, mais estranha lhe parecerá a história. Especialmente pela razão de que quando olhamos para trás na história, acharmos tão estranhas certas vivências de nomes que representaram seres tão vivos e humanos como nós hoje em dia o somos.
 
    A segunda parte do artigo encontrar-se-á disponível em formato de papel nestes próximos sete dias (edição de 10 de Março de 2017 do Jornal de Sintra).


João de Sá, o Panasco
edição de 10 de Março de 2017, ainda em formato de papel
do Jornal de Sintra (segunda parte)


    Para ler o artigo (a sua primeira parte) bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

[Actualização de 16 de Março de 2017: a segunda parte do artigo já pode ser consultada online aqui.]

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!









segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Amor.



     Mas o amor – ou o desejo de amor, de amar e de ser amado – me ter gerado a mim e a si, é muito mais do que tudo isto. O amor é mais do que a história, é mais do que as histórias. O amor é, acima de tudo, a verdade. O amor é a verdade, e não realidades por nós aos outros impostas. O amor é o desejo de quem muito se gosta, quem muito bem se quer, se encontre com quem melhor a faça sentir. O amor é sentir e aceitar a perda: a perda de alguém, a perda da palavra, a perda do terreno, a perda da glória.

     Amor é compreender que tudo se deu, e que tudo – o bem e o mal – foi dado em tudo aquilo que se pôde, em todos os momentos vividos com quem a nossa intimidade partilhámos. O amor, apesar de ter o ego como rastilho, é uma estrela que emana o calor da verdade que pode aquecer todos em nosso redor nos seus momentos de maior frio nos Invernos da vida.

anjo cupidíneo em chumbo,
época Romana, Norte da Europa
colecção pessoal
     E não é o mundo de hoje apenas que vive com as contradições e antagonismos que como lâminas de afiados gumes ferem fundo os corações. Rómulo e Remo – descendentes de Eneias, herói de Tróia e pai de uma nova Tróia (Roma) – foram amamentados, cuidados pela loba Lupa na Lupercal, caverna do Monte Palatino (de onde temos hoje a palavra palácio). Nessa caverna iniciavam-se as celebrações da Lupercália que incidia não só sobre a celebração da vida com o aproximar da Primavera, mas também da fertilidade das mulheres e dos campos. Ao mesmo tempo que se celebrava a Lupercália (incidindo nesses dias também sobre a Juno e a fertilidade da mulher, e o Fauno e a fertilidade dos campos) celebrava-se também a Parentália. Se os sacerdotes se encontravam na caverna Lupercal a 15 de Fevereiro, a Parentália iniciava-se a 13 de Fevereiro e ia até aos vintes; o contraste das duas celebrações não as crispa, mas mostra a crispação que temos entre todos nós na nossa natureza mais animal.

     Enquanto a Parentália decorria entre as famílias, no interior dos lares e em redor dos túmulos além centros cívicos celebrando os defuntos, e devido a esse peso da morte e do fim do Inverno cessando inclusivamente as uniões matrimoniais, a Lupercália decorria no exterior, com jovens e magistrados correndo nus pelas ruas batendo com tiras de couro ensanguentadas para que a fertilidade abonasse até algumas das mulheres de linhagem que se expunham, tal como nos conta Plutarco. Este antagonismo que ainda hoje encontramos em celebrações é notório em algumas oposições, como por exemplo – e apenas maioritariamente, visto que não existe uma uniformização total das datas – o Enterro do Bacalhau no Sábado de Aleluia por oposição ao jejum do dia anterior, Sexta-feira Santa. Ou na Serração da Velha, em que é anunciada uma revolta subversiva por a Quaresma com seus rigores já ir longa e a aproximar-se do fim.



Inácio de Andrade escreve à sua esposa em 1815: Assomava ao longe a escarpada serra de Cintra, cantada pelo insigne Camões, onde se acham variados primores da natureza enriquecida pela arte. Valles cultivados, e cortados de regatos, fontes, cascatas, e palacios magnificos. Imagina a sensação dolorosa, que soffri com a triste lembrança do mar dilatado, que tenho de sulcar, antes de tornar a beber comtigo a purissima agua da fonte dos amores.


     Mas temos mais um exemplo que continua a relacionar-se com este mês de Fevereiro. E curiosamente uma versão desse exemplo saiu também na Crónica de Nuremberga (ano de 1493) cujo autor de certa forma se encontra relacionado com Sintra pela ligação de seus pares com Valentim de Morávia. No século III d.C e na sequência da guerra, o Imperador Claudius II (também conhecido por Claudius Gothicus) proibiu os casamentos entre os mais jovens para que esses assim pudessem dedicar o corpo e alma às batalhas do Império. Mas um sacerdote cristão continuou a celebrar os casamentos – na forma cristã – até que foi apanhado e brutalmente morto. Entre outros feitos – de forma lendária – que são contados sobre este sacerdote, os seus actos levaram a que séculos mais tarde fosse santificado. Foi assim que no ano de 469 d.C. o Papa decidiu que a celebração deste santo mártir seria a 14 de Fevereiro. O seu nome era Valentim, e sempre foi associado ao amor, aos jovens, à felicidade no casamento. Hoje em dia é quase apagado pela expressão Dia dos Namorados e o seu nome – São Valentim – é mais conhecido como um ícone de um dia do ano do que um ser humano que lá longe no tempo viveu, e que no correr desse foi sempre associado ao amor.

     É no meio destes antagonismos, destas oposições e crispações que ainda temos de viver com a nossa luz sem a perder, tendo Deus, o Universo, a esperança que a consigamos fazer chegar aos outros. E se Deus, o Universo, assim o deseja, e se o amor é por todos desejado – disso tendo ou não consciência – é também por muitos, pela maior parte, desprezado. Mesmo quando todos nele falam. Algo tão simples como paixão e amor, é de difícil verbalização nas suas diferenças. A maior parte das pessoas não possui alfabeto emocional nem vocabulário sentimental para conseguirem compor essas diferenças em razões que o próprio entendimento claramente percepcione.

Combat d'Amour en Songe
filme de Raoul Ruiz quase todo ele
rodado na Quinta da Regaleira
e cujo título expressa bem o seu conteúdo
     Depois, e ainda em relação ao desprezo que o amor recebe quando o interesse pessoal ultrapassa limites, encontramos de tudo: a pressa, a obsessão, a materialização em objecto para ser usado, a “amizade” (que – ironicamente falando – é tanto amizade como o interesse único na consumação do interesse pessoal), a sede e fome dos estímulos e dos sentidos, e por aí fora, tendo como fim unicamente o prazer unilateral. É nestas travessias da vida que em anos são cruzadas que encontramos algumas destas travessuras. Umas promovidas pelas próprias pessoas com o auxílio das coincidências do destino, outras apenas como más interpretações dos nossos actos e gestos mais humildes. Mas todos estes obstáculos – mesmo aqueles mais fisicamente ardentes – têm o amor, quer por sua ausência quer por sua necessidade, como fundo.

     E por vezes surgem estas travessuras do destino em momentos de transformação nas nossas vidas, ou ao mesmo tempo que os nossos relacionamentos se transformam em novos tipos. Não posso deixar de expressar a minha mais profunda e intensa admiração por aqueles que por necessidade de afeição ao outro e para o bem de ambas as partes, decidem mutuamente que o seu relacionamento amoroso se tem de transformar num relacionamento de amizade, por mais anos que ambos tenham em intimidade passado, por mais intensos que tenham sido os momentos vividos. Aqueles que o conseguem fazer colocando à frente de tudo o bem-estar do “novo amigo” e do “velho namorado”, são pessoas que brilham devido a todo o amor que têm dentro de si e que empregam na dificilíssima transformação que é passar um relacionamento amoroso para um de amizade. Pelo pior do momento, da fase de transformação, cresce ainda mais esse amor quando a própria relação amorosa já não assim o é aos olhos da sociedade. Um paradoxo do mais complexo de nós e das nossas relações.

     O que acabei de escrever demonstra que o amor e a paixão são muito mais do que o corpo amado, do que o coração ardente e sedento de estímulos para os sentidos e para o corpo. E se a aparência e o corpo do nosso objecto de amor ou paixão é importante para nós, é-o porque primeiramente reflecte no falar, no olhar, no estar, e depois no agir, no cuidar e no tocar, tudo aquilo que preenche aquele ser humano que ocupa o nosso peito e a nossa mente.

Caminho dos Amores em Sintra
por Isaías Newton, ano de 1877
     Amar é muito mais do que sentir. E só amando se consegue ter a verdadeira liberdade dos dois corpos. Não só pela liberdade do toque – no sentido mais amplo do que a expressão escrita possa parecer – mas também pela liberdade do sentir. E tal como a verdade desse toque, só se consegue a combustão de dois corações quando os sabores, os olhares, o quente e o frio, o húmido e o seco, os sentires do toque, conseguem estar em consonância a sentir tudo isso numa verdade pelos dois permitida viver em amor, mas escalada pela paixão.

     Tal como nas transformações que por vezes em nossas vidas são necessárias, a liberdade provida pela verdade também tem de o estar nos interstícios desses sentires. Forçar o amor, as vidas, as vontades e os quereres, leva à infelicidade da distância do eu para com o próprio coração.

     E sim, bem sei – e sei-o bem – que existem aqueles que em silêncio, calando-o, sentem um amor em excesso que continuamente contra seu peito bate como a forte rebentação do Oceano contra as gigantes rochas das falésias da Roca. Quando se dirige esse amor – que em silêncio é sempre arduamente mantido discreto – para o alvo do nosso querer, tudo é estrondosamente belo e o que se dá é uma inundação de felicidade na vida da outra pessoa; mas quando esse amor é contido dentro do peito parece querer rebentá-lo como fortes águas para fraca represa. E é assim que discretamente se vive com esses ardentes e tempestuosos tumultos dentro de nós.

    Mas esse amor, dentro do peito mantido, pode até ser exacerbado pela nossa vida. No meu caso o que me levou para a Serra de Sintra na adolescência foi precisamente a mutilação do amor, o vício do amor de sangue que para sempre se tinha perdido não se perdendo contudo a imensa chama da paixão que dentro de mim ficaria descontroladamente a arder. A Serra permitiu que para além do seu aconchego, compreendesse a dócil calma com que a paixão dá lugar ao amor.

O Mistério da Estrada de Sintra
adaptado ao cinema, baseado na obra homónima de
Eça de Queirós e com um complexo enredo amoroso
    É muito bom poder também olhar para trás na história da Vila e Serra e ver os infindáveis casos de amor, desde os mais intensamente suaves do século XVI até aos mais acintosos e intriguistas do século XIX. Se pensarmos que existiram mundos com concepções próprias de amor dentro de cada coração dessas histórias, percebemos que estamos perante não só a história, mas perante uma riqueza interminável de amor, dor, paixão e fantasia, mas aquela fantasia que nos traz a esperança, tão importante para nosso peito respirar – no sentido que vai além daquele que sustenta com oxigénio o nosso corpo.

     Nessas histórias da história encontramos amores, desamores, encontros e desencontros, mas também os mais belos sonhos quebrados e as paixões mais ardentes, como a suposta daquele japonês no início do século XX com a mais encantadora das Vénus pecadoras que tinha encontrado nos seus caminhos pelo mundo. Já o Dia dos Namorados, este dia de amor, permitiu que também eu lhe desse um pouco desse através da realidade de fantasia que aqui nesta Serra sempre se viveu, que aqui nesta Serra ainda se vive.











domingo, 29 de janeiro de 2017

"As Colinas dos Reencontros" - Jornal de Sintra, 13 de Janeiro de 2017

As Colinas dos Reencontros
edição de 13 de Janeiro de 2017
do Jornal de Sintra

    Já se encontra disponível online o meu último artigo do Jornal de Sintra!
   
    Este trar-lhe-á mais um exemplo de como tantas vezes, no inesperado, a Serra de Sintra faz com que as pessoas que há muito se conhecem se reencontrem. Mas isto, em lampejos de um recontar do século XVI: As Colinas dos Reencontros.

    Para ler o artigo bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico acabado de completar neste mês de Janeiro os seus 83 anos!











domingo, 18 de dezembro de 2016

"Dezembro e o Coração de D. Duarte" - Jornal de Sintra, 16 de Dezembro de 2016

Dezembro e o Coração de D. Duarte
edição de 16 de Dezembro de 2016 do
Jornal de Sintra

    Encontra-se disponível online - e também em papel, durante o correr desta semana - o meu último artigo do ano no Jornal de Sintra!
   
    Dezembro e o Coração de D. Duarte traz aquilo que do século XV - através de duas personagens da nossa história que se relacionam directamente com Sintra - nos chega com os raios desta luminosidade de Dezembro que passam através da diáfana memória de Sintra.

    Para ler o artigo bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que conta já com 82 anos e infindáveis outros por vir.













sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Medicina, Superstição e Magia (numa Sintra Lendária) - palestra de entrada livre

palestra de entrada livre, apenas limitada
à lotação da sala


    No próximo Domingo (4 de Dezembro de 2016) estarei na Casa do Fauno para mais uma palestra! Desta vez será a Medicina, Superstição e Magia (numa Sintra Lendária).

    Se já não a/o vir há muito, espero que possa aparecer para se deixar novamente deslumbrar com a história lendária de Sintra!


♦♦♦ INFORMAÇÕES

Domingo, 4 de Dezembro de 2016, 17h00
Local: Casa do Fauno, Sintra (mapa)
Entrada livre (limitada à lotação da sala)


♦♦♦ SINOPSE
  
    Tendemos a pensar isoladamente em cada uma delas, e cada uma delas em seu tempo próprio. A verdade é que no passado nunca estiveram verdadeiramente separadas, embora se procurasse sempre forma de o fazer. E como as encontramos na história de Sintra? Entrelaçadas. Entrelaçadas funcionando a história lendária destes montes e vales para que melhor consiga mergulhar no passado da Medicina, Superstição e Magia.


Convite realizado pelo Atrium Rosacruz de Sintra.


Página de Evento de Facebook da palestra: https://www.facebook.com/events/1785684728352000/














sábado, 12 de novembro de 2016

Um Presente de Natal: "Sintra Lendária - Histórias e Lendas do Monte da Lua"


Sintra Lendária - Histórias e Lendas do Monte da Lua
de Miguel Boim (O Caminheiro de Sintra)

    Um dos presentes que poderá oferecer neste Natal é o livro Sintra Lendária - Histórias e Lendas do Monte da Lua.

    Para além de o ter disponível em várias livrarias e estabelecimentos comerciais do país, poderá oferecê-lo já autografado - ou com dedicatória dirigida a quem o pretenda oferecer.

    Se não conhece o livro Sintra Lendária, poderei dizer-lhe que é um apanhado de muitos anos de trabalho de investigação direccionado para as lendas de Sintra assim como para os factos lendários da história desta Vila e Serra de Sintra, em que ao longo de mais de 400 páginas encontra centenas de pormenores, factos, que puxam pelo coração de quem por Sintra se deixe atrair.

    Conta também com mais de mil notas de rodapé que sustentam esses factos lendários da história de Portugal directamente relacionados com Sintra. As mais de 300 gravuras e fotografias antigas de Sintra, ajudarão também a abrir portas para um ambiente de longínquos tempos.

    Além de se encontrar à venda na Bertrand e na Fnac, poderá encontrá-lo em inúmeras outras livrarias, assim como em muitos espaços comerciais de Sintra já com significado para vivência de Vila e Serra: Casa do Preto, Jornal de Sintra, Café Saudade, Espaço Edla, Centro Interactivo de Mitos e Lendas de Sintra, Museu das Artes de Sintra (MU.SA), Casa do Fauno, Posto de Turismo do Cabo da Roca, Lugar dos Sabores, Fortuna Café, parques e palácios da Parques de Sintra Monte da Lua (Palácio da Pena, Palácio da Vila, Palácio de Queluz, Chalet da Condessa, Palácio de Monserrate, Parque da Pena, Convento dos Capuchos).

    Mas se o quiser receber autografado ou com dedicatória (relembro o excelente presente de Natal que será), bastará enviar mensagem de e-mail com o assunto "SL" e dir-lhe-ei como deverá proceder para fazer o pagamento por transferência bancária (ou por Paypal) e receber o seu exemplar Sintra Lendária - Histórias e Lendas do Monte da Lua pelo correio.


a apresentação do livro Sintra Lendária no histórico Grémio Literário
pelo presidente da Câmara Municipal de Sintra, Dr. Basílio Horta
esq. para a dir.: Basílio Horta, Miguel Boim, Alexandre Gabriel (editor da Zéfiro)
créditos fotográficos: © Grémio Literário

    Se desejar poderá consultar o artigo sobre o Sintra Lendária presente nas imagens que se encontram imediatamente abaixo - terá inclusivamente acesso ao índice, para além da menção ao antigo palácio da Regaleira (que existe no lugar daquele que hoje nos fascina) e à antiga configuração da Peninha!

primeira página do artigo sobre o livro Sintra Lendária,
presente na revista digital (gratuita) O Caminheiro de Sintra

segunda página do artigo sobre o livro Sintra Lendária,
presente na revista digital (gratuita) O Caminheiro de Sintra

terceira página do artigo sobre o livro Sintra Lendária,
presente na revista digital (gratuita) O Caminheiro de Sintra


O p.v.p. (preço de venda ao público) é de 29,90€. O envio para Portugal continental é gratuito.

(seja livreiro, seja dono de outro espaço comercial, se tiver o meu livro à venda e quiser ver aqui o nome do seu espaço, por favor entre em contacto comigo)











14.º Encontro ETerna Biblioteca

As Lendas de Sintra e os Ratos de Biblioteca: doces para os adultos,
sonhos para os jovens
- será o título de uma das minhas intervenções

    Este ano estarei presente no 14.º Encontro ETerna Biblioteca, com duas intervenções. Uma delas far-se-á através de uma pequena comunicação: As Lendas de Sintra e os Ratos de Biblioteca: doces para os adultos, sonhos para os jovens.

    Para quem já conheça o Encontro, será mais um relembrar. Para quem ame a biblioteca e o livro, será mais uma porta para outros mundos.

    Poderá mais abaixo consultar o programa deste evento promovido pela Câmara Municipal de Sintra (tanto em imagem como em texto).

    Caso necessite de obter informações deverá contactar a Divisão de Educação da Câmara Municipal de Sintra através do número de telefone 91 923 60 63 ou do endereço eterna.biblioteca@gmail.com Neste link terá acesso ao formulário de inscrição. Para ficar a par da modalidade de Curso de Formação deverá consultar o website da novafoco.


ETerna Biblioteca
14.º Encontro de Professores e Educadores do Concelho de Sintra sobre Bibliotecas Escolares 

       25 e 26 de Novembro de 2016


PROGRAMA



Sexta | 25 de Novembro

Centro Cultural Olga Cadaval | Auditório Acácio Barreiros

9h30  Sessão de Abertura

          Manuela Silva | Coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares
          João Costa | Secretário de Estado da Educação (a confirmar)
          Basílio Horta | Presidente da Câmara Municipal de Sintra
     
10h00 Conferências | Moderação: Ana Paula Cunha | Escola Secundária de
           Ferreira Dias
          
       Ferreira de Castro: vida e obra em 25 minutos
         Ricardo António Alves | Museu Ferreira de Castro

       As Lendas de Sintra e Os Ratos de Biblioteca: doces para os adultos, sonhos para os jovens
         Miguel Boim – O Caminheiro de Sintra
          
11h00 Pausa  

11h30 Conferências | Moderação: Raquel Camacho – Divisão de Educação da CMS
   
       20 anos de bibliotecas escolares. E agora?
           Isabel Mendinhos – Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares

        A leitura na Biblioteca Escolar – caminhos a percorrer
            Helena Araújo – Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares

12h30 Intervalo

14h00 Promover o Cinema na Biblioteca Escolar
             Conversa conduzida por Rui Pedro Tendinha, jornalista de cinema, com o cineasta Gonçalo Tocha.

15h00 Painel | Moderação: Fernando Pinto do Amaral – Comissário do Plano Nacional de Leitura   

     As bibliotecas dos escritores      
           Miguel Torga – Clara Crabbé Rocha
           Ruy Belo – Teresa Belo (com exibição do filme “a teu respeito – Luís Miguel Cintra recorda Ruy Belo”, de Fernando Centeio e Paulo Mil Homens)


16h30 Conferência | Comentário: Miguel Real – Escritor
          
       A biblioteca e o futuro
              António Ladeira | Texas Tech University

17h00 Pausa

18h00 EB Mário Cunha Brito | Agrupamento de Escolas Queluz-Belas
            Inauguração da Biblioteca Escolar com a participação do ilustrador Pedro Seromenho.



Sábado | 26 de Novembro


9h30/12h30 | Ateliês

       A)    Museu Ferreira de Castro
               Roteiro Castriano de Sintra | Ricardo António Alves

       B)    Sala de Fotografia – MU.SA – Museu das Artes de Sintra
                Fotografia e Memória | João Vasco (Escola Secundária Matias Aires)

       C)    Sala Art déco – MU.SA – Museu das Artes de Sintra
               A BD no País do Sol Nascente | JANKENPON - Ricardo Andrade e Íris Loureiro

       D)    Sala Vergílio Ferreira – Biblioteca Municipal de Sintra
               A Música dos Livros | Nuno Cintrão (Conservatório de Música de Sintra)

       E)    Livraria/Casa do Chá e da Leitura dos Hipopómatos na Lua
               Biblioteca Municipal de Sintra
               Brunch na Livraria. “A Literatura não é, como tantos supõem, um passatempo. É uma nutrição.” | Nazaré de Sousa



Biblioteca Municipal de Sintra – Sala do Conto | Livraria - Casa do Chá e da Leitura dos Hipopómatos na Lua | Jardim

15h00 Lançamento do livro Sonho com Asas e inauguração da exposição dos originais de ilustração

       Teresa Marques – Texto
       Fátima Afonso – Ilustração
       Margarida Noronha – Kalandraka
       João Vaz de Carvalho – Apresentação


17h00  Antestreia
       A Fada Oriana, de Sophia de Mello Breyner Andresen
           Teatro TapaFuros

21h00/24h00 

       As Lendas de Sintra no Passado e na Paisagem: a Biblioteca Ganha Vida 
            Passeio pedestre nocturno orientado por Miguel Boim – O Caminheiro de Sintra Actividade sujeita a inscrição própria.

Agradecimento: apoio logístico prestado pelos alunos monitores da Biblioteca Escolar da EB 2,3 Professor Galopim de Carvalho.

clique para consultar o programa alusivo a dia 25 de Novembro
(1.ª parte da ETerna Biblioteca)

clique para consultar o programa alusivo a dia 26 de Novembro
(2.ª parte da ETerna Biblioteca)













terça-feira, 1 de novembro de 2016

"O Lagarto, o Coração e o Dragão" - Jornal de Sintra, 4 de Novembro de 2016

O Lagarto, o Coração e o Dragão
edição de 4 de Novembro de 2016 do
Jornal de Sintra


    Já poderá ler em formato digital o meu último artigo no Jornal de Sintra!
   
    O Lagarto, o Coração e o Dragão chegam-lhe através de algo que nos últimos tempos tem espicaçado a curiosidade das pessoas. Aparecem-lhe em percepções, mas percepções que têm em si o simbolismo de tempos passados e o encanto por uma das grandes personagens da história de Sintra.

    Para ler o artigo bastará abrir a imagem (ou realizar download da mesma).

    Deixo ainda o convite para se associar à página de Facebook do Jornal de Sintra, um periódico histórico que conta já com 82 anos e infindáveis outros por vir.













sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Dia Municipal para a Igualdade

Dia Municipal para a Igualdade 2016
organizado pela Câmara Municipal de Sintra


    Muito honradamente tendo aceite o convite da Câmara Municipal de Sintra para me juntar à celebração do Dia Municipal para a Igualdade 2016, sugeri o título Da pena de Maria Almira Medina à Pena da Condessa de Edla para este evento organizado pela autarquia local.

    Tratar-se-á de uma caminhada - com uma configuração ligeiramente diferente das visitas que habitualmente realizo -, em que poderei contribuir com algumas das histórias da História que se relacionam com Sintra e que visam a importância da temática e da sua celebração, e em que quem participe poderá contribuir com bens alimentares não perecíveis e de higiene pessoal, que irão reverter para o Pólo Alimentar do Município e serão posteriormente distribuídos por famílias carenciadas.

    Caso deseje participar bastará aceder a este link, no qual aconselho primeiramente a consulta das normas de participação - para que possa ajudar ainda mais a engrandecer esta celebração e seu dia -, e posteriormente a realização da sua inscrição (as inscrições são limitadas).

    O seu contributo - não só neste dia mas também ao longo da sua vida - é importante. Quantos mais agirmos para tornarmos este mundo num Mundo melhor, mais o coração dos justos sossegará.